Textos

Agradecimento

Caro(os)(as),

Quero transmitir-lhe calorosos agradecimentos pelo carinho e apoio a mim dispensados por ocasião do lançamento do livro “Arte e Memória do Queijo do Serro – O saber sobre a mesa”, que tive a felicidade de publicar, ao lado de uma valorosa e competente equipe de colaboradores.

Pude experimentar nessa ocasião, como poucas vezes na vida, em meio a uma verdadeira confraternização tão queijeira como mineira, a dimensão da amizade que nos vincula e irmana, valor mais alto da vida.

Receba, pois, “meu abraço, um beijo e um queijo”, com o registro da mais pura gratidão.

Maria Coeli Simões Pires
Set. / 2013.




História do Serro

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A história oficial, na mesma linha de sustentação da primazia dos europeus no processo de colonização brasileira, referenciado pelas conquistas de Colombo e Cabral, registra, como marco temporal de surgimento do Serro, o ano da descoberta de ouro na região, no início da primeira década do século XVIII, no bojo da interiorização da colonização luso-brasileira.

Nas proximidades da cabeceira do Rio Jequitinhonha, às margens dos córregos Quatro Vinténs e Lucas, paulistas fincaram suas bandeiras a serviço da Coroa portuguesa, e, em 1701, a expedição chefiada pelo Guarda-mór Antônio Soares Ferreira descobriu ouro no Ivituruí, assim denominado para destacar a característica principal daquela região da Serra do Espinhaço, morro dos ventos gelados, na língua tupi-guarani.

Não obstante a prevalência dessa simplificação, não se pode olvidar que estudos abalizados, especialmente os desenvolvidos pelo dinamarquês Peter Wilhelm Lund, radicado, de 1833 até sua morte em 1880, em Lagoa Santa, e que têm merecido sistemática divulgação e análises por parte do Professor Cástor Cartelle, demonstram a insuficiência da versão tradicional.
 

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